O que andei assistindo…

Oi, pessoal! Hoje não escreverei sobre apenas um filme, como geralmente faço. As produções que assisto estão acumulando e acabo esquecendo de comentar sobre algumas delas. Então, resolvi falar de duas delas para não acabar passando em branco.

  • Sombras da Noite

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Não é de hoje que existe a famosa parceria entre Tim Burton e Johnny Depp e ela sempre foi muito positiva. Adoro a mente sombria de Tim e curti principalmente os desenhos. Assisti Sombras da Noite na última sexta-feira e não me empolguei tanto com ele. Loucura demais em um filme só, eu acho.

No ano de 1752, Joshua, Naomi Collins e seu filho Barnabas, foram embora de Liverpool, Inglaterra, para começar uma nova vida na América. Mas mesmo um oceano não foi suficiente para escapar da misteriosa maldição que atormenta sua família. Duas décadas se passaram e Barnabas (Johnny Depp) tem o mundo aos seus pés, ou pelo menos a cidade de Collinsport, Maine. Capitão do Collinwood Manor, Barnabas é rico, poderoso e um playboy inveterado... até que ele comete o erro grave de quebrar o coração de Angelique (Eva Green), uma bruxa, em todos os sentidos da palavra, Angelique condena-o a um destino pior que a morte, transformando-o em um vampiro e enterrando-o vivo. Dois séculos mais tarde, Barnabas é libertado de seu túmulo, e surge nos dias modernos.

O filme tem suas pitadas de humor, mas o ambiente é sempre sombrio. Barnabas não quer ser do mal, mas precisa se alimentar. Seu coração é bom e guarda um amor antigo por uma mulher que foi vítima de Angelique. O que Barnabas não sabia é que poderia ter uma segunda chance. Só que, além dele, quem também está nos tempos atuais é a bruxa Angelique, que obviamente não o deixará ser feliz com outra pessoa. A família atual de Barnabas também é vítima da bruxa, que guardou mágoa do cara durante dois séculos. Enfim, o filme e até legal, mas eu esperava muito mais. Ganhou três estrelas no Filmow.

 

 

  • Ruby Sparks – A Namorada Perfeita

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Desde que vi o trailer deste filme fiquei doida para conferir. Quando ele passou na TV – o que já faz um tempinho - não pude deixar de assistir. Afinal, a combinação entre um escritor e sua obra que ganha vida é incrivelmente interessante.

Calvin (Paul Dano) é um jovem e talentoso romancista que passa por um "bloqueio criativo" devido à solidão de seus dias e acaba decidindo criar uma musa imaginária que seja capaz de amá-lo. A trama se complica quando, misteriosamente, sua criação, Ruby (Zoe Kazan), ganha vida.

Ruby é tudo que Calvin sempre quis em uma mulher, afinal, ele a criou. Ela é perfeita para ele, mas nem tudo são flores em um relacionamente e ela não pode ser sempre o que ele quer que ela seja. Não pode querer mandar nas vontades dela e interferir no livre-arbítrio da garota, mesmo que seja ele quem tenha a criado. O filme é muito legal, dá para tirar várias lições, inclusive a de que a vida é dois nunca é sempre um mar de rosas, todo mundo tem problemas, todo mundo tem dias ruins e não se pode simplesmente digitar algo no papel para passar por cima disso, há consequências.

O único pecado do filme foi mostrar demais essas consequências, o extremo da relação dos dois. Ruby insuportável e Calvin na mesma. O bater nessa tecla deixou um pedaço do filme muito chato, parece que desandou. Mas no geral gostei bastante da produção e o o filme ganhou três estrelas e meia no Filmow, tudo por causa dessa parte que comentei.

Beijos e uma ótima quarta-feira!

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