Balançando em alto-mar

Uma das atividades mais gostosas da vida é conhecer lugares diferentes, belezas únicas e passar por experiências novas. Na semana passada eu, o maridão e um casal de amigos fizemos nossa primeira viagem de navio. A ideia de fazer um cruzeiro surgiu de bobeira, depois de um jantar que nós fomos. Amadurecemos o pensamento e fomos atrás de preços, itinerários e datas. Compramos com cerca de dez meses de antecedência e parecia que demoraria uma eternidade para chegar o dia 1º de março de 2015, mas o tempo voou e embarcamos no Zenith, em Itajaí.

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Nosso maior medo era como o corpo reagiria ao balanço do mar, portanto fomos bem equipados para todas as situações. Ainda assim, sentimos. Apesar de São Pedro ser o maior queridão durante os dias, que foram perfeitos, na parte da noite ele mandou tempo fechado e mar mexido, ou seja, muito balanço. Aproveitamos e muito, tudo, mas acabamos dormindo cedo quase todos os dias, já que a pressão na cabeça por causa do balanço era bem ruim. Depois das quatro noites e cinco dias a bordo do navio da Pullmantur, ficamos excepcionalmente satisfeitos, felizes de ter feito e experimentado essa coisa nova. No entanto, pelo menos por enquanto, não pensamos em fazer outro justamente pelo mal estar que sentimos com o balancê. Mesmo assim sou do time que dá a maior força para quem tem vontade de fazer, vale a pena.

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O Zenith é de 1992 e foi reformado em 2006. Tem capacidade de 1828 passageiros e um total de 620 tripulantes. Tem gente de todo canto do mundo trabalhando para melhor servir os passageiros. Depois dos brasileiros, os filipinos estão em maior número. Nosso pacote era com bebidas e comidas inclusas, pense na comilança total. O café da manhã era sempre farto, tinha pães, frios, frutas, iogurtes, cereais, muitas delícias. O almoço foi o que o pessoal menos gostou, não era ruim, mas não era maravilhoso. Faltou uma lasanha, empadão, algo assim. No entanto, a variedade sempre estava presente, tinha peixe, frango e carne, saladas, massas, arroz e feijão. Também tinha um prato indiano diferente todo dia. Bem legal.

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Das 12h até as 18h saía pizza o tempo todo e o grill também ficava aberto. Geralmente comíamos os beliscos tomando cerveja. A pizza não tem vários sabores, o queijo impera, mas é bem gostosinha. Na parte da noite a janta podia ser no restaurante chique ou no Buffet, os dois tinham as mesmas opções, só que a apresentação no restaurante era de outro nível e a quantidade bem menor também. Depois da janta, geralmente nos sentávamos em um barzinho e tomávamos drinks. Ah, como eu podia me acostumar com essa vida mansa.

doces

janta

comidas

Dividirei a experiência em mais de uma postagem para poder falar de tudo e não ficar muito extenso.

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